quarta-feira, 12 de novembro de 2014

BALLET QUEBRA-NOZES

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O Quebra Nozes
O Quebra Nozes
Ballet em 2 atos.
Música: Peter Ilich Tchaikovsky
Coreografia: Marius Petipa (início) e Lev Ivanov (fim)
História: Marius Petipa
Cenário: M. I. Batcharov
Estréia: 17 de dezembro de 1892, São Petersburgo - Rússia

Elenco:
- Antonietta Dell-Era, 1a Bailarina, interpretou a Fada Açucarada
- Paul Gerdt , 1o Bailarino, interpretou o Príncipe
Ato I
Em todo o mundo na noite de Natal as pessoas se reúnem para festejar. Na casa de Clara, uma enorme árvore toda iluminada foi armada para a festa que ela, seu irmão Fritz e seus pais iam dar para os amigos. Os convidados começam a chegar e entre eles um muito especial, o Sr. Dosselmeyer, padrinho de Clara, adorado pelas crianças que, quando o vêem largam as brincadeiras e correm para ele à procura dos presentes. Para Fritz ele deu um cavalo-de-pau e uma espada e para Clara uma boneca e uma sapatilha. Depois da entrega dos presentes e de muitas danças, o Sr. Dosselmeyer preparou um teatrinho de bonecos que foi aplaudido por todos no final. Chega o final da festa e das brincadeiras, e também a hora das despedidas e, apesar das reclamações das crianças que queriam brincar mais, a hora de dormir foi lembrada. Os convidados, agradecidos, começaram a ir embora e para que Clara fosse dormir mais feliz, seu padrinho lhe dá mais um presente. Um quebra-nozes com a forma de um soldadinho. Muito alegre Clara dança em volta de todos com o seu novo brinquedo e Fritz, enciumado, toma-lhe o boneco das mãos e sem querer deixa-o cair no chão. O soldadinho se quebra e por causa disso os pais mandam os dois de castigo para a cama. O Sr. Dosselmeyer consegue consertar o boneco antes que Clara vá dormir e o coloca embaixo da grande árvore. As luzes da casa se apagam, só ficando acesas as velas que enfeitavam a árvore de Natal. Clara não consegue dormir pensando na festa, nas brincadeiras, nos presentes e, então resolve voltar ao salão, com muito cuidado para não fazer barulho, e ver mais uma vez o seu boneco quebra-nozes, adormecendo. Sonha com um exército de ratos invadindo a sala, e para defendê-la, um exército de soldadinhos de chumbo comandado pelo Quebra-Nozes. O Rei dos Ratos fere o boneco que, desarmado, está prestes a perder a batalha. Nesse momento, Clara atira sua sapatilha no Rato, salvando o Quebra-Nozes. Surpreendidos com esse ataque, os animais ficam confusos e começam a se retirar, dando vitória aos soldados. Seu padrinho, Dosselmeyer, aparece em seguida, e num passe de mágica, a árvore, a sala foram crescendo e o Quebra-Nozes é transformado num belo príncipe com o tamanho humano. Clara é levada ao Reino das Neves.
Ato II
As bolas da árvore de Natal começam a se transformar em flocos de neve, o chão e o teto da sala desaparecem e Clara se vê no país da Neve, cheio de árvores cobertas com pingos de neve. É anunciada a chegada da Rainha da Neve que vem com suas damas e pajens receber os visitantes ao som de uma linda valsa. Clara está encantada e, com sua varinha mágica, a rainha faz aparecer um trenó que desliza por um rio congelado, levando a menina e o príncipe para outro lugar: o País dos Doces. Lá os espera, em seu castelo, a Fada Açucarada sentada em seu trono feito de doces de todos os tipos. Ela escuta do príncipe a história de coragem de Clara quando salvou sua vida e, para premia-la, a Fada Açucarada prepara uma grande festa onde todos os habitantes do seu reino dançam, representando as várias regiões, como o chocolate, o café, o marzipan, o chá, etc. No final a Fada Açucarada e o Príncipe dançam um belo pas-de-deux com a Valsa das Flores, quando Clara começa a se sentir sonolenta até adormecer de novo, fazendo com que tudo fosse desaparecendo. Na manhã seguinte, quando acordam, os pais de Clara a encontram dormindo embaixo da árvore de Natal, abraçada ao Quebra-Nozes como se estivesse sonhando o mais lindo dos sonhos.

BALLET A BELA ADORMECIDA

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A Bela Adormecida
A Bela Adormecida
Ballet em 1 prólogo e 3 atos (o prólogo e o primeiro ato transcorrem no séc. XVI. Os dois últimos atos no século XVII.)
Música: Peter Ilich Tchaikovsky (opus 66)
Coreografia: Marius Petipa
História: Marius Petipa e Ivan Vsevolojsky
Estréia: 15 de janeiro de 1890 em São Petesburgo - Rússia
1a Bailarina: Carlotta Brianza interpretou Aurora
1o Bailarino: Paul Gerdt interpretou o Príncipe
Fada Lilás: Marie Petipa
Personagens: Rei Florestano XXIV, Rainha, Cantalbutte (mestre de cerimônias), Fada dos Pinheirais, Fada da Flor de Cerejeira, Fada dos Colibris, Fada dos pássaros Canoros, Fada Cravo, Fada do Freixo da Montanha, Fada lilás, Carabosse (fada má), Princesa Aurora, Príncipe Encantado (Florimundo), Ratos, Amas da princesa, Ministros do Estado, Pajens, Arauto do rei, Médico do Rei, Damas de Honra, Príncipe espanhol, Príncipe indiano, Prínicipe italiano, Príncipe inglês, Pierrette, Colombina, Pierrot, Arlequim, Gato de Botas, Gatinha Branca, Pássaro Azul, Princesa Encantada, Chapeuzinho Vermelho, Lobo, Barba-Azul, Ariana, Ana, Sheherazade, Xá, Princesas de Porcelana e Mandarim.
Prólogo - O Batizado
No palácio do Rei Florestano XXIV estão sendo feitos os preparativos para o batismo de sua filhinha, a Princesa Aurora. Vão aos poucos entrando as visitas que começavam a chegar, umas voando, outras em carruagens, sempre acompanhadas por dois pajens que traziam os presentes para a princesinha e conduzidos por Cantalbutte (mestre de cerimônias). Num berço, dormia a princesinha. Uma fanfarra de trompas anuncia a entrada dos soberanos, que beijam a filha, e tomam assento nos tronos. As fadas seriam as madrinhas da princesinha, então elas entram com presentes para Aurora. A última a chegar é a Fada Lilás, que será a protetora da Princesa. As fadas prometem que Aurora terá beleza, graça e talento. Cada uma das fadas dança um solo característico, culminando com a valsa da Fada Lilás. Quando as fadas se reúnem dançando em torno do berço de ouro, há uma agitação e surge uma nuvem negra, pelas portas e janelas da sala de trono assustando a todos. Ouviu-se um enorme barulho de trovão e um pajem anuncia que está chegando Carabosse (fada má), que entra numa carruagem negra puxada por quatro ratos. A feiticeira está zangadíssima porque não foi convidada para ser madrinha de Aurora, como as outras fadas, e ameaça Cantalbutte. O rei certifica-se de que não a havia convidado e tenta explicar-lhe, como se tivesse sido um engano de seu auxiliar, encarregado dos convites. Carabosse, porém não está disposta a perdoá-lo e dirige-se a ele ameaçando-o por essa falha.
A Carabosse tenta se aproximar do berço, mas as outras fadas a impedem. Carabosse vira-se, então, para os soberanos, e diz que mesmo não tendo sido convidada, ela estava ali e também queria dar seu presente à Aurora. Um fuso, um objeto pontudo como se fosse um grande alfinete.
Seu desejo era que a princesa crescesse talentosa, graciosa e bonita, mas um dia teria seu dedo espetado por um alfinete e então morreria. Carabosse tenta de novo se aproximar do berço, mas a Fada Lilás não deixa. Depois de jogar seu feitiço e furiosa, a fada vai embora, deixando com todos uma grande tristeza.
Até que a fada Lilás consola a todos, dizendo que tinha o poder de dar mais um presente à afilhada. A promessa de que a maldade não seria satisfeita por completo, ela não morreria quando se espetasse, mas dormiria um sono profundo até que um príncipe venha a desperta-la com um beijo de verdadeiro amor.
1o Ato - O Encantamento
O tempo passou. Dezesseis anos em que os reis cercaram a filha de proteção e cuidado. O rei proibira, desde a profecia de Carabosse, fusos e agulhas em seu reino.
Estavam preparando a festa de aniversário de dezesseis anos da princesa Aurora e durante todo esse tempo ninguém mais falou sobre o presente e o desejo de Carabosse. A princesa Aurora nada sabia dessa história, pois seus pais não queriam amedrontá-la. Nessa festa ela ia conhecer quatro príncipes que vinham pedi-la em casamento e escolher aquele com quem iria se casar. Ocorre uma dança em honra aos quatro príncipes, que vieram da Inglaterra, da Itália, da Espanha, e da Índia. Todos quatro estavam encantados com a beleza da Princesa. Estava maravilhada com a festa, com a música, com os convidados e aproveitava todos os momentos para lembrá-los por toda a vida.
Cantalbutte, ao ver fusos nas mãos de alguns jovens, apressa-se a arrancá-los deles, lembrando a proibição real. Entram o rei e a rainha. O rei, ao ver os fusos, fica furioso, mas é acalmado pela esposa. Depois que os príncipes se apresentam, entra Aurora. Aurora é apresentada aos príncipes, seguindo-se o conhecido Adágio da Rosa, quando a Princesa dança com os quatro pretendentes. Depois, as danças das damas de honra e dos pajens. Uma velha encapuzada entra despercebida e oferece a Aurora um fuso de ouro, escondido debaixo de sua capa. O rei e seus amigos se amedrontam com o presente da velha e Aurora não entende por que do medo e do susto, pois tanto a velha quanto o presente pareciam inofensivos. Como nunca tinha visto nada como aquele objeto, a princesa o aceita sem saber o perigo que estava correndo. Agita o fuso sobre sua cabeça e dança entre os convidados segurando e brincando com a novidade que ganhara, deixando seus pais e os convidados paralisados de pavor. Tentam tirar o objeto de suas mãos, mas no meio da brincadeira, ela espeta o dedo na ponta afiada do fuso e pouco a pouco vai caindo como se estivesse desmaiando. Ouve-se um estrondo e a dama desconhecida se revela como Carabosse, rindo triunfante e vendo que seu feitiço estava realizado ela foge em seguida, deixando os reis e os príncipes desolados.
Nesse momento aparece a Fada Lilás para cumprir sua promessa feita no dia do batizado. Manda que levem a Princesa para o palácio e, com sua varinha mágica ela faz parar o tempo e não só a princesa, mas toda a corte adormece por cem anos cercados por uma grande floresta de árvores e flores.
2o Ato - A visão
O tempo passou e todos continuaram dormindo no castelo, cercado por uma grande floresta que a fada lilás fez crescer para escondê-lo.
Em outro reino muito distante, morava o príncipe Florimundo, que vivia com seus amigos divertindo-se em cassadas. Apesar de suas amizades, o príncipe se sentia só e triste por não ter ainda encontrado um amor. Um dia, ao descansar embaixo de uma árvore no bosque, o príncipe sonhou com um grande lago, com um barco em forma de concha e dentro dele a Fada Lilás, que lhe disse saber o que se passava no seu coração e contou-lhe então, através de uma visão, de um sonho a história de Aurora. Ele se apaixona por Aurora e dança com ela. Acaba a visão. O príncipe se queixa à Fada Lilás que promete levá-lo ao castelo, onde a Bela Adormecida espera um beijo de amor. Ele desperta decidido a encontrá-la, beijá-la e fazê-la reviver através do seu amor. Pede à Fada Lilás que o leve ao seu encontro, e ela oferecendo-lhe o seu barco, ensina-lhe o caminho do reino encantado. Na viagem, o príncipe enfrenta uma série de perigos preparados por Carabosse, que já sabia da sua intenção de desencantar a princesa. Com a força do seu amor, porém, consegue chegar até o castelo.
3o Ato - O despertar e o casamento
Ele se assusta ao chegar ao castelo porque realmente todos estão dormindo. O grande salão do rei, envolto em pó e teias de aranhas, num abandono de um século. No centro do salão, um esquife, e, dentro dele, a Princesa Aurora adormecida.
A Fada Lilás, que já estava lá a sua espera, leva-o até o lugar onde está A Bela Adormecida, coberta por um véu. O príncipe se aproxima e, ao ver Aurora, mais bonita ali na realidade do que em seu sonho, beija docemente o seu rosto e aos poucos ela vai acordando. Ao se olharem, os dois descobrem ter encontrado o verdadeiro amor. Logo o salão se enche de luz, desaparecendo os vestígios de abandono. O esquife mergulha no chão, e o palácio ressurge em todo o seu esplendor. Todos despertam do sono de cem anos como se estivesse dormido apenas uma noite. O feitiço havia terminado.
O príncipe pede Aurora em casamento e o rei aceita e concorda em realizar a cerimônia imediatamente. Outra grande festa é organizada no castelo e como tudo isso fora obra da Fada Lilás, todos os seus amigos dos contos de fadas infantis comparecem ao casamento com suas danças características. O Gato de Botas com uma gata branca, Chapeuzinho Vermelho com o Lobo Mau, Cinderela e o Príncipe, A Bela e a Fera, O Pássaro Azul e a Princesa encantada, o Pequeno Polegar e muitos outros. Depois, o casal dança um longo Pas de Deux. Concluído este, todos se juntam numa brilhante Mazurca final, numa grande alegria. Foi uma festa maravilhosa.

BALLET LA SYLPHIDE

La sylphide, apresentada em 1832 na Ópera de Paris, é um balé de dois atos com coreografia de Fillipo Taglioni, pai de Marie Taglioni, e criador das sapatilhas de ponta
Este balé, com música de Jean-Madeleine Schneitzhoeffer, se passa em algum lugar da Escócia. Um escocês se apaixona por uma sílfide, mas depois cai nas mãos de umafeiticeira, que o entrega um xale mágico e pede que ele o amarre na cintura da sílfide, porém ela morre.
Marie Taglioni foi a primeira bailarina a dançar este balé, pois seu pai coreografou-o especialmente para ela. Ao vê-la dançar, o grande poeta francês Théophile Gauthier, disse que ela era "tão sublime e tão grande como Lamartine e Byron", os dois grandes poetas do Romantismo.
Os figurinos são os famosos tutus românticos, com asinhas de prata na altura acima da cintura.

PRIMEIRO BALLET ROMANTICO DO MUNDO

Trama

Conta a história de James, um camponês escocês, que estava prestes a se casar com Effie, também camponesa. Porém uma Sílfide e James se apaixonam no dia do casamento. Então, James abandona sua noiva, parentes e amigos em seu casamento para ficar com a Sílfide. James percebe que é impossível manter a Sílfide como uma mortal. Uma bruxa chamada Madge vê que os dois estão mesmo apaixonados e dá um lenço mágico para James e diz que ele deve amarrar o lenço na cintura da Sílfide. Ela explica para James que este lenço fará com que as asas da Sílfide caiam e desse modo a Sílfide não poderá mais voar. Quando a Sílfide coloca o lenço, ela cai morta no chão e com ela vai embora a esperança de James viver feliz para sempre com seu grande amor. As sílfides a levam embora, e James percebe que Effie está se casando com outro homem. Furioso, James enfrenta Madge que acaba matando-o.

Estreia mundial

Estreou em 12 de março de1832

BALLET GISÉLLE

Ele estreou em 1841 na Ópera de Paris tornando-se peça pura e fundamental da dança clássica, portanto, o tratamento dos ideais românticos e para o uso do melhor da arte teatral do século XIX.

O ballet Giselle é uma das jóias mais puras do ballet romântico.

primeiro ato

Nos vales do Reno perto de Giselle vive, um fazendeiro de grande beleza e extrema inocência. Giselle quer acima de tudo para dançar, mas é constantemente reprimido pela Berther, sua mãe, que teme devido à sua saúde frágil e frágil, Giselle morre virgem antes do casamento, fazendo por toda a eternidade em uma Willi, (espíritos da floresta noturna que matam os homens em que depois de meia-noite). Albrecht, Duque da Silésia, cortejo Giselle posando como um aldeão Loys do vintage bonito atingida enquanto Hilarion, o guarda-caça que está profundamente apaixonado por Giselle, suspeito de Identidade e decepção na corte do Príncipe forastero.La Courtland, retornando de uma caçada, faz uma parada no caminho na casa de Giselle para comer e beber, Bathilde filha e noiva do príncipe Albrecht impressionado com o charme de Giselle e confidências sobre seus assuntos são feitas sem saber ou ambos amam as mesmas pessoas hombre.En o festival da colheita é celebrada e os jovens escolher a rainha, honra cai para Giselle, que com a permissão de sua mãe para todas as danças. Enquanto isso Hilarion descobre a verdadeira identidade de Albrecht, e usa a presença da corte e sua noiva Batidle desenmascararle.Giselle é surpreendido por engano e inocência é despedaçado pela traição, fazendo-a cair em um desespero que se introduzem loucura e da morte.

segundo ato

Hilarion vai para a floresta para visitar o túmulo de sua amada e se surpreende com a meia-noite e com ela a chegada de Willis. Myrtha,, sua rainha, é responsável por fazer a chamada para iniciar Willis assim, mais uma noite, o ritual de vingança, sendo sua primeira vítima Hilarion. Ouvindo passos desaparecer Willis está se aproximando Albrecht, se sente muito remorso que tem ido para a floresta à procura de túmulo de Giselle e implorar seu perdão. Giselle é visível tocado pelo seu arrependimento e tenta avisá-lo sair da floresta, mas é tarde e implacável Myrtha ordena a Willis atrair Albrecht dançar fazendo a sua presença onde começar sua vida. A força do amor que sente por dentro Giselle será a salvação de Albrecht, dando incentivo e resistir a fazer vivo até a chegada da aurora. Com o alvorecer da Willis desaparecem, assim Giselle tem a dizer adeus ao seu amado para sempre, Albrecht tenta em vão abraçá-la, mas ela tem que manter sua triste sorte nesse envelope causada pelo engano e traição do homem maldição.

Ballet Giselle

Música: Adolphe Adam (1803-1856).
Coreografia: Jean Coralli (1779-1854) e Jules Perrot (1810-1892).
Libretto: Jules Henry Vernoy (1799 - 1875) e Théophile Gautier (1811-1872).
Ballet Svetlana Zakharova Giselle Giselle Ballet Balés Argumentos
Svetlana Zakharova Giselle © G. Schiavone
Ballet Svetlana Zakharova Giselle Giselle Ballet Balés Argumentos
Svetlana Zakharova Giselle © G. Schiavone

Ballet Giselle
  • Música: Adolphe Adam (1803 – 1856).
  • Coreografía: Jean Coralli (1779-1854) y Jules Perrot (1810 – 1892).
  • Libreto: Jules Henry Vernoy (1799 – 1875) y Theóphile Gautier (1811 – 1872).
Ballet Giselle   Svetlana Zakharova Ballet Giselle Argumentos de Ballets
Svetlana Zakharova, Giselle ©G. Schiavone
Ballet Giselle   Svetlana Zakharova Ballet Giselle Argumentos de Ballets
Svetlana Zakharova, Giselle ©G. Schiavone

Coluna vertebral

PROVA TEÓRICA 2014. MENINAS DE TODOS OS NÍVEIS, SEGUE A BAIXO, O VÍDEO DOS GRANDES BALLETS, DANÇADOS PELAS MAIORES CIAS DO MUNDO, SEMPRE INTRODUZIDO POR DOCUMENTÁRIOS DOS GRANDES BAILARINOS DO MUNDO COM SEUS COREÓGRAFOS. VAI AJUDAR NA HORA QUE FOREM ESTUDAR PARA AS PROVAS.

https://www.youtube.com/watch?v=OmmC_NatsX8&feature=share